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28 de novembro de 2009

Hoje tem Arrigo Barnabé

“Ao Vivo, em Porto”, é uma espécie de reinvenção de um dos discos mais significativos da música brasileira, e neste show, Arrigo toca piano a 4 mãos com Paulo Braga.

O músico Arrigo Barnabé se apresenta hoje dia 28 de novembro com o instrumentista Paulo Braga às 20h no SESC. O novo trabalho da dupla Arrigo Barnabé & Paulo Braga é “Ao Vivo, em Porto”. No CD Arrigo recupera estudos e anotações de antigas canções do álbum “Clara Crocodilo” (1980), reconstruindo-as em novas versões. Algumas partituras recebem acréscimos melódicos, caso do maracatu acentuado em “Office Boy”, e outras permitem densidade rítmica ainda maior, como “Sabor de Veneno” e “Clara Crocodilo”. O experiente instrumentista e improvisador Paulo Braga, junto de Arrigo, compõe com clareza e precisão as canções, sempre disposto a mudanças.

Arrigo Barnabé

O paranaense Arrigo Barnabé nasceu em Londrina no dia 14 de Setembro de 1951. Surgiu no cenário musical brasileiro, em 1979, quando recebeu o 1° prêmio do Festival Universitário da TV Cultura, com a música “Diversões Eletrônicas” (parceria com Regina Porto). Em 1980 lançou o álbum independente “Clara Crocodilo”, marco inicial da vanguarda paulista, apresentando uma fusão entre a música popular urbana e a música erudita contemporânea. Em 1984, com o LP “Tubarões Voadores”, iniciou uma pesquisa de unir música e história em quadrinhos. Várias vezes premiado, foi bolsista da fundação Vitae, e apresentou-se em diversos festivais pela Europa e América do Sul. Além das trilhas sonoras dos filmes “ED Mort” de Allain Fraisnot, “Alô” de Mara Mourão (em parceria com seu irmão Paulo) e “Oriundi” de Ricardo Bravo (protagonizado por Anthony Quinn), e a música para a peça “Plaidoyer en faveur des larmes d’Heraclite” de Bruno Bayen, apresentada no Teatro Nacional de Chaillot, em Paris (junho de 2003). Em 2004 compõe “Missa In memoriam Itamar Assumpção” que foi apresentada em outubro no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, e lançada em CD em outubro de 2006, no Centro Cultural Banco do Brasil. Ainda em 2004 escreve a trilha sonora para o documentário de longa metragem “Doutores da alegria” de Mara Mourão, que recebe o prêmio SESI-Fiesp de melhor trilha sonora, em 2006. Em 2005 se apresenta como narrador numa versão em português da “Ode a Napoleão” de Arnold Schoenberg, juntamente com o “Quarteto de cordas da cidade de São Paulo” e Paulo Braga (piano). Ainda em 2005 escreve a ópera “Enquanto estiverem acesos os avisos luminosos” com libreto de Bruno Bayen, apresentada no SESC Ipiranga em agosto. É professor de composição no departamento de cursos livres da ULM e idealizador e apresentador do programa Supertônica, na rádio Cultura FM, premiado em 2005 pela Associação paulista dos críticos de arte de São Paulo como Revelação de programa de rádio. Em 2006 recebe o prêmio de melhor trilha sonora do Festival de cinema da FIESP, pela música do longa “Doutores da alegria”. Em 2008 compõe “Caixa da música” e “Out of Cage” para o grupo de percussão “Drumming”, que, com encenação de Ricardo Pais, teve sua estreia absoluta no Teatro Nacional São João em junho do mesmo ano. É convidado para ser artista-residente na Unicamp durante o 1º semestre de 2008, e realiza com os alunos do curso, e alunos e professores de outros departamentos do instituto de Artes da Unicamp, o espetáculo “Salão de beleza”, apresentado no Centro de Convivência, em Campinas nos dias 8 e 9 de setembro.Ainda em 2008 realiza a curadoria e direção artística de “Crisantemúsica”, uma série de recitais no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo, evento comemorativo dos 100 anos da imigração japonesa no Brasil. Para essa série, Arrigo escreveu “Viver”, música para piano, violino, koto e guitarra elétrica. Ainda em 2008 escreveu a trilha sonora para o filme de Allain Fraisnot “Família muda e vende tudo”. Confira o show no SESC hoje às 20 h, informações pelo fone (16): 3301.7500.






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