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31 de agosto de 2009

Araraquara 192 Anos

Nasce um novo dia e a nossa Morada está mais iluminada ao completar 192Anos. Parabéns Araraquara, lugar onde o astro-rei escolheu para morar...
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Hoje é dia de festa. Cante com alegria aos quatro ventos, em nome da nossa querida cidade. Araraquara merece receber o nosso carinho e respeito. Participe das festividades, a programação é riquíssima e variada, e se você não sabia a nossa cidade tem um hino, e é belíssimo. O Hino de Araraquara foi instituído pela prefeitura, através da câmara muncipal. Com letra e melodia da professora Aparecida J. de Godoy Aguiar. Instituído como símbolo de Araraquara pela lei nº 1.866, de 21 de março de 1972.Cante com orgulho, afinal a aniversariante merece.


Hino de Araraquara
Araraquara tu nasceste
de uma lenda e uma poesia
cresça tupi que além das serras
surgindo o sol ali morava o dia
tendo por bandeira a lenda
aqui chegou, Pedro José Neto
sonhando ergueu a sua tenda
sob teu céu, o seu primeiro teto
Araraquara ensolarada
o sol é o teu coração
as tuas tardes são douradas
és meu querido torrão
Araraquara terra amada
Aracoara da língua tupi
tu és morada é manhã nascendo
nome acalento que foi dado a ti
Amo, meu berço Natal
onde pizaram bravos bandeirantes
eu canto as maravilhas tuas,
legado eterno desses teus gigantes
Araraquara ensolarada
o sol é o teu coração
as tuas tardes são douradas
és meu querido torrão
Araraquara adorada
tu és morada e filha do sol
esplendorosa é tua alvorada
e repousante o teu arrebol
Creio no teu bravo povo
no amanhã e na tua glória
teus jovens seguirão confiantes
novos gigantes desta tua história
Araraquara ensolarada
o sol é o teu coração
as tuas tardes são douradas
és meu querido torrão”.

Aparecida J. de Godoy Aguiar Compositora
Aracoara, lugar onde mora a luz do dia, a “Morada do Sol”
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Os Guayanás estiveram por aqui e batizaram a nossa terra. Aracoara, onde mora a luz do dia. O termo guaianás é a denominação dada aos indígenas de grupos de diversas filiações linguísticas que habitavam os estados brasileiros do Paraná e São Paulo. Foram assim chamados os caingangues de São Paulo e os guaranis do Paraná. Os guaianás, contudo, foram ainda conhecidos como cainguás. Entre os grandes caciques na época de colonização eram: Tibiriçá, Caiubi, Piquerobi, Araraí; as regiões do interior eram dominadas pelo cacique Jagoanharo (quase todo o vale do Paraíba), filho de Piquerobi. Os Guayanás viviam na costa atlântica entre Angra dos Reis e Cananéia, seriam ascendentes dos Kaingang. Os nomes Guayaná, Goyaná, Goainaze, Wayanaze, seriam denominações dadas aos Kaingang daquela região. O nome Guayaná continuou sendo utilizado até 1843 juntamente com outros como Coroado, Coronado, Shokleng, Xokren; Guanana, Gualachos, Gualachí, Chiqui, Cabelludo; Tain, Taven, Tayen, Ingain, Ivoticaray; Nyacfateitei; Votoron, Kamé, Kayurukré, Dorin; Tupi (Kaingang que viviam em Misiones norte da Argentina e no extremo oeste do Rio Grande do Sul, às margens do rio Uruguai). Essa variedade de denominações acabou produzindo uma grande confusão para os pesquisadores. Importante apontar ainda que alguns desses grupos possam estar relacionados não aos Kaingang, mas aos Xokleng, Guarani ou Xetá que também fizeram resistência contra a presença europeia nas terras do Sul. A denominação Kaingang só foi introduzida no final do século XIX por Telêmaco Borba. Inicialmente, os Kaingang e os Xokleng foram classificados como uma só etnia com dialetos diferentes, sendo os Xokleng denominados Aweikoma-Kaingang por Métraux (1946) no Handbook of South American Indians. Atualmente são consideradas duas etnias com um passado remoto comum (Urban, 1992) que, com a separação histórica, desenvolveram processos socioculturais específicos que os tornaram relativamente diferenciados. (Texto publicado dia 22.08.2009/ Em Cartaz O IMPARCIAL) www.jornaloimparcial.com.br


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